Sobre nós
Quem somos?
A Off Limits Orchestra é uma orquestra portuguesa nascida em 2024, criada por uma nova geração de músicos que quer romper com fórmulas fechadas e dar à música orquestral um novo fôlego, mais próximo da cultura e dos sons que fazem parte do nosso dia a dia.
Composta por 22 jovens músicos portugueses, a orquestra junta talentos com formações em música clássica e jazz, criando um coletivo versátil, dinâmico e com uma linguagem própria. Mais do que interpretar repertórios tradicionais, a Off Limits propõe-se a reinventar aquilo que todos conhecemos, músicas que marcaram gerações, agora apresentadas em arranjos sinfónicos originais, com alma portuguesa e uma nova energia.
No seu primeiro programa mergulhou no universo do pop e do rock nacional dos anos 90 e 2000, trazendo para o palco temas bem conhecidos do público, refletindo a vontade de criar pontes entre a música orquestral e a memória afetiva de quem ouve. A Off Limits Orchestra é um espaço de experimentação e liberdade artística, onde se formam músicos preparados para se mover entre estilos, improvisar, adaptar-se e colaborar com diferentes artistas. A sua estrutura permite formações flexíveis, tanto para palco como para estúdio, mantendo sempre um som coeso e uma identidade marcada pela criatividade e pela ligação com o público.
Este é um projeto com os pés bem assentes na cultura portuguesa, mas com os ouvidos atentos ao mundo. Uma orquestra feita por músicos que querem criar algo novo, próximo das pessoas, e mostrar que a música orquestral também pode ser livre, atual e profundamente nossa.
Direção
MARTA VILAÇA
Marta Vilaça é uma artista vilacondense de 25 anos, inserida em projetos de diversas áreas musicais. Diretora artística e membro fundador da OFF LIMITS ORCHESTRA, Marta apresenta em 2025 o seu primeiro projeto a solo, com composições originais, através do lançamento do seu EP, "Devaneios". Membro do Linus Trio, Marta integra também diversas orquestras do plano nacional, tais como Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Norte, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra da Ópera na Academia e na Cidade e é também membro efetivo do BEYRA ensemble.
Atua regularmente com o artista "O Marta" e o grupo de música folclórica transmontana "Os Burricos". A flautista iniciou os seus estudos musicais aos 8 anos na Academia de Música S. Pio X e em 2014 ingressou no Conservatório de Música do Porto, na classe da Professora Daniela Anjo. Marta realizou a sua licenciatura em performance no Conservatorium Van Amsterdam, na classe do professor Kersten Mc Call e mestrado em ensino da música, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo. É professora na Escola de Música de Esposende.
José Pedro Fangueiro
José Pedro de Sousa Fangueiro é um músico natural de Vila do Conde que divide a sua atividade profissional simultaneamente entre a performance musical, a docência e a produção.
É professor no Conservatório de Música do Porto e na Academia de Música Fernandes Fão, sendo Mestre em Ensino de Música pelo Instituto Politécnico de Castelo Branco (ESART/IPCB).
Como intérprete, tem-se apresentado a solo e em música de câmara em diversas salas por todo o país, tendo também gravado concertos em direto para a Antena 2. Como músico convidado pela associação FoleFest, estreou obras portuguesas para acordeão e gravou peças para o instrumento.
É membro fundador do Quartz Quintet, com o qual participou em residências artísticas promovidas pela Orquestra Filarmónica Portuguesa e pela Orquestra Sem Fronteiras, incentivando a criação de novo repertório português para acordeão e quarteto de cordas.
Ao longo do seu percurso, foi distinguido com diversos prémios em concursos de relevo como o Prémio Jovens Músicos, o Concurso Nacional de Interpretação Contemporânea e o Concurso FoleFest.
Paralelamente, é também ensaiador de grupos musicais amadores para os quais compõe arranjos musicais para formações instrumentais e vocais.
Diogo Costa
Nascido em 1989, Diogo Costa é um jovem maestro com experiência num vasto repertório musical, que se estende desde a música antiga até à música contemporânea.
Com o apoio de uma Bolsa Ann Gerrard, concluiu com distinção uma pós-graduação no Royal Northern College of Music de Manchester, Inglaterra, onde frequentou o programa de Mestrado em Direção de Orquestra sob a orientação de Mark Heron e Clark Rundell.
Teve também a oportunidade de trabalhar como maestro assistente de Juanjo Mena, John Storgårds e Sir Andrew Davis na BBC Philharmonic Orchestra e com Vasily Petrenko na Royal Liverpool Philharmonic Orchestra.
Iniciou os seus estudos musicais na Banda de Música de Antas, Esposende, e na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, ingressando mais tarde na Escola Superior de Música de Lisboa. Em 2010 começou a estudar Direção de Orquestra na Academia Nacional Superior de Orquestra, Metropolitana, onde estudou com o conceituado pedagogo Jean Marc Burfin.
Como maestro assistente de Boris Gruzin, em dezembro de 2013 participou na produção do bailado Cinderela, de Prokofiev, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e a Companhia Nacional de Bailado.
Em 2019, como maestro assistente de Lorenzo Viotti, colaborou na produção da ópera Romeu e Julieta, de Gounod, com o Coro e a Orquestra Gulbenkian.
Como maestro convidado, estreou-se em 2019 com a Hallé Orchestra no The Bridgewater Hall de Manchester e com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música.
Para além destas orquestras dirigiu a BBC National Orchestra of Wales, a BBC Philharmonic Orchestra, a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra do Norte, a Orquestra Clássica do Sul, a Orquestra Clássica do Centro, o Grupo de Música Contemporânea de Lisboa e a West European Studio Orchestra, com a qual tem vindo a gravar em diversos estúdios, entre eles o lendário Abbey Road, em Londres.
Estela Alexandre
Começou a tocar piano de forma autodidata, tendo ingressado mais tarde no Orfeão de Leiria, onde fez o conservatório até ao quinto grau, e frequentou em simultâneo a filarmónica de Chãs.
Aos 15 anos segue estudos no Conservatório de Música de Coimbra, onde fez o curso profissional de jazz, e licencia-se na Escola Superior de Música de Lisboa, onde começa a explorar a escrita para orquestra de jazz.
Já participou em diversos projetos em ambas as vertentes, como executante e como arranjadora e compositora.
Tem não só um projeto a solo, mas também é parte integrante de um projeto que musicou o filme The Kid, de Charlie Chaplin, chamado Cinematic Pocket Orchestra.
Enquanto intérprete, já teve a oportunidade de trabalhar com Brigada Victor Jara, Jorge Costa Pinto, Luís Represas, entre outros.
Enquanto compositora, tem trabalhado com nomes sonantes do jazz em Portugal, como Bernardo Moreira, João Moreira, João Mortágua, Diogo Alexandre, Paulo Bernardino, Bernardo Tinoco, Duarte Ventura, Andreia Santos, Bernardo Couto (fado), entre tantos outros.
Clara Lacerda
Clara Lacerda (n. 1999), pianista e compositora, tem-se destacado no panorama do jazz português através de uma multiplicidade de projetos. Natural de Vila Nova de Famalicão, estudou piano clássico no Conservatório de Música do Porto antes de ingressar, em 2018, na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) no Porto, onde se licenciou em Piano Jazz. Lá, estudou com professores como Abe Rábade, Marcos Cavaleiro, Demian Cabaud, Michael Lauren e Jeffery Davis.
Tem-se apresentado ao vivo com grupos como The Peace of Wild Things (com Romeu Tristão e Ricardo Coelho) e Duke Ellington’s Songbook (com João Ribeiro e Romeu Tristão), em festivais como como o Festival Robalo/Antena 2, Festival de Jazz Bernardo Sassetti, Festa do Jazz, Cine-Teatro Grandolense, Festival Jazz na Caixa – Eixo do Jazz, Hot Clube de Portugal, Festival de Jazz “Além Tejo” e Porta-Jazz, entre outros.
Um dos seus projetos mais particulares é o trio Herse , formado com a cantora Sofia Sá e a violoncelista Raquel Reis, que surgiu de uma encomenda para o festival “THEIA” em 2022, que passou também pela Festa do Jazz no mesmo ano. Colaborou com a poetisa portuense Francisca Camelo num projeto em duo que combina música e poesia; em 2022, participou na residência artística “Som Crescente”, liderada pelo trompetista Peter Evans e pelo acordeonista João Barradas, na Galeria Zé dos Bois, em Lisboa. Entre maio e outubro de 2023, contribuiu para a ativação da performance “STOP REPAIR PREPARE: Ode to Joy for a Prepared Piano” durante a exposição “Entelechy” de Allora & Calzadilla no Museu de Serralves.
Em setembro de 2023, estreou-se como arranjadora com uma encomenda para a Orquestra Jazz de Matosinhos, tendo também, em 2025, trabalhado como arranjadora da Off Limits Orchestra num concerto com a fadista Teresinha Landeiro. Em 2023, formou um novo quinteto com Afonso Silva, João Pedro Brandão, Romeu Tristão e João Pereira, como parte de uma residência na Porta-Jazz. Este quinteto estreou-se na Porta-Jazz e, posteriormente, passou pela Festa do Jazz, Festival Jazz no Parque do Barreiro, Cine-Teatro Grandolense e Festival Seixal Jazz.
Atualmente, frequenta o Mestrado em Composição na ESMAE, onde estuda com professores como Carlos Azevedo, Rui Penha, Ana Freijo, Daniel Moreira, entre outros, e tem colaborado com a banda do cantor Salvador Sobral na apresentação do seu novo álbum “TIMBRE”, com a qual tocou no Luxemburgo, Espanha, Itália, Alemanha, Suíça e Países Baixos.
No outono de 2024, estreou um novo trio co-criado com a baterista catalã Estefania Chamorro no Sunset Jazz Club, em Girona; foi artista residente na Casa Cheia – Espaço de Pesquisa Artística, em Lisboa, onde estreou um projeto a solo para piano preparado e eletrónica. Além disso, apresentou um novo duo com a harpista Frederica Vieira Campos, combinando teclado, toy piano, harpa preparada e eletrónica.
Júlio Aguiar
Júlio Aguiar é Diretor de Arte, Motion Designer e Designer Gráfico. Desde muito cedo descobriu o gosto pela criatividade, explorou por curiosidade, por conta própria, programas de edição de imagem, o que acabou por abrir-lhe as portas para o design e, mais tarde, para a publicidade.
Hoje dedica-se sobretudo à publicidade, desenvolve conceitos visuais e soluções criativas com o objetivo de cativar e envolver o público-alvo das campanhas. O seu trabalho transforma ideias em experiências visuais impactantes, aplicáveis no digital em formatos físicos ou na televisão, garantindo que a mensagem certa chega às pessoas certas com clareza e eficácia.
Ao longo do tempo passou por diferentes contextos, entre agência e freelance, adquirindo capacidade de adaptação a projetos e clientes de várias áreas. Já trabalhou e continua a trabalhar com marcas como Radio Popular, Molaflex, Great I Am, Sovena, Sensei Tech e Heel Tread, entre outras.
É licenciado em Design Gráfico e Publicidade pela Escola Superior de Media Artes e Design e tem também formação em Multimédia pela Escola Profissional Mariana Seixas, com foco em audiovisual, o que complementa a sua experiência em conteúdos visuais dinâmicos. Foca-se em não criar apenas peças bonitas, mas em comunicar ideias com impacto real e desenvolver mensagens que aproximam marcas e pessoas.
